Renascimento: o debate entre cor e desenho

Por Marcelo Albuquerque   “(...) Desde Platão, a filosofia tem condenado a ilusão em nome da necessária distinção entre imagem e real” (LICHTENSTEIN, 1994, p. 171). O prazer do simulacro é perigoso, pois pode levar o espectador a considerar o real como sendo uma imagem, e o próprio sujeito como um ser fictício nesse espaço,... Continuar Lendo →

Idade Média, Teologia e metafísica da cor

Por Marcelo Albuquerque   Como foi dito na introdução, a Idade Média foi vista de forma obscura, enegrecida pela falta de conhecimentos e ideologias, concebida como um período de misticismo alienante, opressor e atrasado. Bazin comenta que os enciclopedistas e Voltaire mergulharam toda a Idade Média na barbárie, cabendo ao Romantismo reabilitá-la[1]. Sendo assim, deixo... Continuar Lendo →

Origens dos sistemas de cores

Por Marcelo Albuquerque   No Egito, segundo Pastoureau, a cor preta simboliza o limo depositado pelas águas férteis do Nilo; águas benéficas que remetem à esperança. Este preto opõe-se ao vermelho, que simboliza a esterilidade do deserto. As divindades relacionadas com a morte são, em sua maioria, pintadas de preto, como Anúbis. O vermelho é... Continuar Lendo →

A cor como fenômeno social e linguagem

Por Marcelo Albuquerque   Michel Pastoureau[1] adverte sobre a complexidade do assunto e prepara um amplo caminho de estudo da cor nas artes em geral. Ele entende a cor como um fenômeno social, o que impossibilita a criação de teorias universalizantes, cientificistas e metodológicas das cores. Para John Gage, em primeiro lugar e acima de... Continuar Lendo →

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