A reação neoclássica e a postura romântica

Por Marcelo Albuquerque Nas minhas disciplinas relacionadas à cor, procuro me apoiar na história da arte e relacionar os estilos e movimentos através de analogias com a cor. Duas imagens me chamam a atenção quando abordo as críticas dos neoclássicos ao rococó: Madame de Pompadour, de François Boucher (1756), e Madame Récamier, de Jacques Louis... Continuar Lendo →

Barroco: poussinistas versus rubenistas

Por Marcelo Albuquerque O barroco engloba um amplo movimento cultural nascido em Roma, durante o período que segue a Contrarreforma, aplicado nas artes plásticas, arquitetura, literatura, filosofia e música. Seu período mais influente compreende os séculos XVII e o início do século XVIII. Na arte e na arquitetura, a linguagem clássica não é abandonada, mas ressignificada, com contrastes expressivos anticlássicos comparáveis ao helenismo... Continuar Lendo →

Renascimento: o debate entre cor e desenho

Por Marcelo Albuquerque   “(...) Desde Platão, a filosofia tem condenado a ilusão em nome da necessária distinção entre imagem e real” (LICHTENSTEIN, 1994, p. 171). O prazer do simulacro é perigoso, pois pode levar o espectador a considerar o real como sendo uma imagem, e o próprio sujeito como um ser fictício nesse espaço,... Continuar Lendo →

Idade Média, Teologia e metafísica da cor

Por Marcelo Albuquerque   Como foi dito na introdução, a Idade Média foi vista de forma obscura, enegrecida pela falta de conhecimentos e ideologias, concebida como um período de misticismo alienante, opressor e atrasado. Bazin comenta que os enciclopedistas e Voltaire mergulharam toda a Idade Média na barbárie, cabendo ao Romantismo reabilitá-la[1]. Sendo assim, deixo... Continuar Lendo →

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