Mondrian e De Stijl

Por Marcelo Albuquerque Em 1917, quando a revista De Stijl começou a ser publicada, Mondrian havia alcançado grande versatilidade como pintor, desde a Hague School, uma escola realista influenciada pela Escola de Barbizon, através do Impressionismo, Fauvismo e uma versão tardia do Pontilhismo até o Cubismo, sempre mostrando um sentimento pela grande simplicidade de cores... Continuar Lendo →

Aproximações científicas da cor na arte

Por Marcelo Albuquerque Aponto uma tradição científica da cor na arte como aqueles artistas que, em maior ou menor grau, pesquisam as manifestações da cor com suportes científicos, através da química, física e fisiologia humana, principalmente. Entretanto, a ciência não isenta as obras artísticas da leitura poética ou metafísica, pois, como foi dito anteriormente, as... Continuar Lendo →

A cor e a ciência do séc. XVII

Por Marcelo Albuquerque As cores tendem a se organizar na vida humana ora de forma social ora de forma científica. Até o início do Renascimento, as ideias platônicas e aristotélicas dominaram o cenário científico no que se refere às cores. Acreditava-se no conceito pitagórico dos raios de “fogo” emitidos pelos olhos a sondar o mundo,... Continuar Lendo →

Cor e os tratados do Renascimento

Por Marcelo Albuquerque   O arquiteto e humanista Leon Battista Alberti e o escultor Lorenzo Ghiberti avançaram para uma teoria artística mais elaborada na distinção de várias facetas do processo artístico. Ghiberti produziu sérias pesquisas no campo da ótica, no comportamento da luz em diversas circunstâncias e nas inter-relações do olho e cérebro na percepção.... Continuar Lendo →

Idade Média, Teologia e metafísica da cor

Por Marcelo Albuquerque   Como foi dito na introdução, a Idade Média foi vista de forma obscura, enegrecida pela falta de conhecimentos e ideologias, concebida como um período de misticismo alienante, opressor e atrasado. Bazin comenta que os enciclopedistas e Voltaire mergulharam toda a Idade Média na barbárie, cabendo ao Romantismo reabilitá-la[1]. Sendo assim, deixo... Continuar Lendo →

Origens dos sistemas de cores

Por Marcelo Albuquerque   No Egito, segundo Pastoureau, a cor preta simboliza o limo depositado pelas águas férteis do Nilo; águas benéficas que remetem à esperança. Este preto opõe-se ao vermelho, que simboliza a esterilidade do deserto. As divindades relacionadas com a morte são, em sua maioria, pintadas de preto, como Anúbis. O vermelho é... Continuar Lendo →

A cor como fenômeno social e linguagem

Por Marcelo Albuquerque   Michel Pastoureau[1] adverte sobre a complexidade do assunto e prepara um amplo caminho de estudo da cor nas artes em geral. Ele entende a cor como um fenômeno social, o que impossibilita a criação de teorias universalizantes, cientificistas e metodológicas das cores. Para John Gage, em primeiro lugar e acima de... Continuar Lendo →

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