Neoexpressionismos

Por Marcelo Albuquerque   O grupo CoBrA tem por excelência a renovação do expressionismo na metade do século XX. Eles se opunham às principais correntes artísticas de sua época, como o racionalismo da abstração geométrica e o proselitismo do realismo social dos países comunistas. Utilizavam elementos tanto da pintura figurativa como da abstrata, mesmo assim... Continuar Lendo →

Josef Albers

Por Marcelo Albuquerque Josef Albers ingressou com aluno na Bauhaus em 1920 e tornou-se professor em 1925 do Vorkus (Vorlehre). Ficou na Bauhaus até o seu fechamento pelos nazistas em 1933, imigrando a seguir para os Estados Unidos, onde desenvolveu seus importantes estudos pedagógicos da cor. No seu livro A Interação da Cor, influenciou decisivamente... Continuar Lendo →

Paul Klee

Por Marcelo Albuquerque Assim como Kandinsky, Paul Klee desenvolveu ampla pesquisa teórica e prática entre as relações simbólicas e espirituais da forma e da cor. Impelido por um forte misticismo gnóstico e esoterismo, percebia nas cores e formas uma analogia com as forças da natureza. Para assumir essa expressividade, o artista deveria imergir não só... Continuar Lendo →

Johannes Itten

Por Marcelo Albuquerque   Johannes Itten usou o esquema do curso preliminar da Bauhaus em sua escola particular em Viena, entre 1916 e 1918. Ele desenvolveu uma concisa pesquisa da aplicação das cores nas artes plásticas como professor-pesquisador e como artista. Seus principais livros são The Art of Color e The Elements of Color. Segundo... Continuar Lendo →

Mondrian e De Stijl

Por Marcelo Albuquerque Em 1917, quando a revista De Stijl começou a ser publicada, Mondrian havia alcançado grande versatilidade como pintor, desde a Hague School, uma escola realista influenciada pela Escola de Barbizon, através do Impressionismo, Fauvismo e uma versão tardia do Pontilhismo até o Cubismo, sempre mostrando um sentimento pela grande simplicidade de cores... Continuar Lendo →

Aproximações científicas da cor na arte: impressionistas e neoimpressionistas

Por Marcelo Albuquerque   Aponto uma tradição científica da cor na arte como aqueles artistas que, em maior ou menor grau, pesquisam as manifestações da cor com suportes científicos, através da química, física e fisiologia humana, principalmente. Entretanto, a ciência não isenta as obras artísticas da leitura poética ou metafísica, pois, como foi dito anteriormente,... Continuar Lendo →

O legado de Goethe

Por Marcelo Albuquerque   Foi com a Doutrina das Cores que a dimensão simbólica e sensível da cor alcançou grandes proporções, não vinculando as cores apenas aos aspectos físicos mecanicistas derivados de Newton. De certa forma, foi uma premonição do que viria a acontecer na arte moderna: a cor como possibilidade de expressão autônoma. Entretanto,... Continuar Lendo →

A reação neoclássica e a postura romântica

Por Marcelo Albuquerque Nas minhas disciplinas relacionadas à cor, procuro me apoiar na história da arte e relacionar os estilos e movimentos através de analogias com a cor. Duas imagens me chamam a atenção quando abordo as críticas dos neoclássicos ao rococó: Madame de Pompadour, de François Boucher (1756), e Madame Récamier, de Jacques Louis... Continuar Lendo →

A cor como fenômeno social e linguagem

Por Marcelo Albuquerque   Michel Pastoureau[1] adverte sobre a complexidade do assunto e prepara um amplo caminho de estudo da cor nas artes em geral. Ele entende a cor como um fenômeno social, o que impossibilita a criação de teorias universalizantes, cientificistas e metodológicas das cores. Para John Gage, em primeiro lugar e acima de... Continuar Lendo →

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