A cor como fenômeno social e linguagem

Por Marcelo Albuquerque   Michel Pastoureau[1] adverte sobre a complexidade do assunto e prepara um amplo caminho de estudo da cor nas artes em geral. Ele entende a cor como um fenômeno social, o que impossibilita a criação de teorias universalizantes, cientificistas e metodológicas das cores. Para John Gage, em primeiro lugar e acima de... Continuar Lendo →

A questão das cores na Antiguidade Clássica

Por Marcelo Albuquerque Este texto foi adaptado da minha dissertação de mestrado, intitulada Laboratório de Cor: paradigmas do estudo da cor na contemporaneidade.   Israel Pedrosa, em Da cor à cor inexistente, comenta que Eumares de Atenas e Címon de Cleones, na Grécia Clássica, iniciam a época de ascensão dos meios que suscitariam o aparecimento da... Continuar Lendo →

A tradição do debate entre o desenho e a cor na pintura antiga

Por Marcelo Albuquerque Historicamente, a cor é estudada nas artes, na filosofia e na ciência, desde a Grécia pré-socrática à helenística, com Demócrito, Empédocles, Górgias, Platão e Aristóteles[1]. Górgias foi o primeiro filósofo que teorizou aquilo que conhecemos hoje como estética, como produção de sentimentos pungentes. Como a retórica, a arte seria moção de sentimentos,... Continuar Lendo →

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