Domus italica em Pompeia

Por Marcelo Albuquerque   Como vimos anteriormente (ver Domus italica), as casas romanas eram mais que um mero abrigo para o corpo físico; era o ponto de encontro da família e o centro das cerimonias religiosas mais intimas. De origem etrusca, as casas ou domus eram o tipo de habitação mais comum entre a nobreza... Continue lendo →

Mosaicos e trabalhos finos em pedra

Por Marcelo Albuquerque   O opus tessellatum é uma forma de mosaico para ornamentação dos pisos, baseado na montagem de pequenas peças coloridas denominadas tesserae. São feitas de diversos materiais, como mármores, pedras rústicas e nobres, pedras semipreciosas, vidros, esmaltes, metais e cerâmicas. Os mosaicos eram agregados com argamassa e colocados sobre um suporte que poderia conter mais camadas de pedras e camadas... Continue lendo →

Estilos de pinturas romanas

Por Marcelo Albuquerque   As pinturas romanas, em grande parte afrescos, têmperas e encáusticas, receberam influencias etruscas, itálicas e gregas. Em Pompeia encontram-se grandes exemplos preservados de pinturas, especialmente as agregadas aos ambientes arquitetônicos públicos e privados (ver Domus italica). As pinturas nos ambientes se dividem em quatro estilos principais, configurando padrões decorativos, sendo eles:... Continue lendo →

Panteão de Roma

Por Marcelo Albuquerque Adriano, cujo governo se estendeu de 117 a 138, pode ser considerado um dos maiores construtores dentre os imperadores. Supõe-se que o próprio tenha projetado o Panteão, construído entre 118 a 128, ou por Apolodoro de Damasco. Construído por Adriano, no lugar de outro templo construído pelo cônsul Marco Agripa, o Panteão... Continue lendo →

Viagem à Itália: grandes momentos da história da arte e arquitetura – julho 2018

Viagem à Itália: grandes momentos da história da arte e arquitetura - julho 2018 Roma, Siena, Monteriggione, San Gimignano, Florença e Veneza. Viagem destinada aos alunos da Arquitetura e Urbanismo e Design da UNA Grupo de 18 alunos com os professores Marcelo Albuquerque e Renata Bacelar. Link para a inscrição: https://goo.gl/forms/BDjHA5xZGM4485v53 Link para o roteiro: https://www.google.com/url?q=https%3A%2F%2Fdrive.google.com%2Fopen%3Fid%3D12ADok2W7XMWDYwj1NPLllbBLFylkYtPQmY9CuUFtO3s&sa=D&ust=1509579375947000&usg=AFQjCNGh55Nzys7P1Em1vYtTF_457yW9IA  

A questão das cores na Antiguidade Clássica

Por Marcelo Albuquerque Este texto foi adaptado da minha dissertação de mestrado, intitulada Laboratório de Cor: paradigmas do estudo da cor na contemporaneidade.   Israel Pedrosa, em Da cor à cor inexistente, comenta que Eumares de Atenas e Címon de Cleones, na Grécia Clássica, iniciam a época de ascensão dos meios que suscitariam o aparecimento da... Continue lendo →

A tradição do debate entre o desenho e a cor na pintura antiga

Por Marcelo Albuquerque Historicamente, a cor é estudada nas artes, na filosofia e na ciência, desde a Grécia pré-socrática à helenística, com Demócrito, Empédocles, Górgias, Platão e Aristóteles[1]. Górgias foi o primeiro filósofo que teorizou aquilo que conhecemos hoje como estética, como produção de sentimentos pungentes. Como a retórica, a arte seria moção de sentimentos,... Continue lendo →

Relevos romanos

Por Marcelo Albuquerque   Foi visto anteriormente, em Monumentos Triunfais, que os relevos escultóricos desempenharam papel fundamental na concepção dos arcos triunfais e colunas triunfais, como a Coluna de Trajano. Os romanos adquiriram, através dos retratos cívicos, a herança helenística e oriental de glorificação das vitórias e conquistas militares. A Coluna de Trajano, concebida para... Continue lendo →

Retratos e bustos

Por Marcelo Albuquerque É preciso recordar que os gregos não eram retratistas até o período clássico. Não se representavam historicamente, mas se relacionavam simbolicamente aos deuses. Seus inimigos vencidos seriam os próprios inimigos dos deuses nas batalhas mitológicas, como os titãs e os centauros, que podiam representar, por exemplo, os inimigos persas ou outros povos... Continue lendo →

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