O arco e as abóbadas romanas

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Por Marcelo Albuquerque

Dentre as maiores contribuições da arquitetura, engenharia e estética romana estão o aperfeiçoamento e a utilização dos arcos em larga escala, sendo uma das formas mais influentes na civilização ocidental. Os arcos são, primeiramente, belos e simples; e a multiplicação de suas formas possibilitou rearranjos estéticos sem precedentes na arquitetura, como vemos nas abóbadas, cilindros e cúpulas. Além disso, os arcos permitem uma melhor distribuição do peso e maiores vãos, comparados ao sistema de pilares/colunas e arquitraves gregas. O arco romano funciona através de um sistema de distribuição de cargas que convergem das aduelas para os pilares, travado pela colocação final de uma pedra-chave no meio do vão. Os arcos reduzem os custos de construção por permitirem maiores vãos e menos materiais, além de serem facilmente replicados através das formas de madeira. Sobre a imposta, uma pequena extremidade em balanço, era colocada a forma de madeira que permitia o assentamento das aduelas e da chave do arco.

O arco romano, associado ao concreto pozolana (opus caementicium), foi um dos principais elementos arquitetônicos e de engenharia que contribuíram para o desenvolvimento das edificações e sua monumentalidade. Os arcos e as abóbadas poderiam ser também moldados em concreto e revestidos com alvenaria de tijolos.

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Fórum de César no Fórum Romano, onde vê-se as ruínas de arcadas de concreto e alvenaria. Foto: Marcelo Albuquerque, 2015.

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Fórum de César no Fórum Romano, onde vê-se as ruínas de arcadas em concreto. Foto: Marcelo Albuquerque, 2015.

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